quinta-feira, junho 16, 2005
Hmmmm...
Pelo jeito a exposição na blogosfera ainda incomoda. Bom, eu tentei. Mas é direito de cada um não querer seus detalhes anatômicos sendo mostrados e discutidos por aí. Então mudemos um pouco a narrativa.
Sonho: eita, trem bão!!! O desta noite surpreendeu MUITO pela continuidade da coisa. Era com o Snapple, com quem eu já sonhei muito há anos atrás e, justamente por serem sonhos continuados, foi a um ponto de eu não saber direito o que foi sonho e o que foi de verdade. De qualquer forma, o desta noite rolou como se realmente fizesse algum tempo que a gente não se visse. Teve a "desescalada" da montanha (downhill) com a Mãe e a Irmã, montanha essa que já havíamos subido e descido antes (era essa a sensação) mas que por eu me lembrar pouco do caminho era a Irmã quem nos guiava, até chegarmos onde ele e a família estavam nos esperando pra um churrasco (típico do Snapple). A esposa, também minha amiga, me beijava com saudade. As filhas então... pularam em cima de mim. Ele, devidamente peladão, me olhava com o carinho (amor) que tinha por mim nos sonhos de outrora (e que um dia eu até quis que fosse real, mas...), segurava minha mão, roçava. Mas sem tesão explícito, e sem qualquer problema para o resto das duas famílias. Um encontro alegre, no qual ele me contava sobre como o filho quase-adotivo (um moleque que nos sonhos de antigamente eles tinham pego pra ajudar) os tinha deixado, crescido, e que agora estava tentando processar a Empresa como se tivesse trabalhado lá e tivesse direitos. Provavelmente esta parte inspirada pelos processos malucos que aqueles malucos do norte vivem fazendo contra as empresas (e pessoas) malucas de lá.
Enfim, foi um sonho muito bom. Tanto em termos de "roteiro" quanto de pessoas e sentimentos. Gostei.
E hoje a Mama foi para o interior visitar a tia que está nas últimas. Que angústia essa, a de visitar alguém que sabe estar partindo. E que sofre, pela doença agressiva.
Por outro lado, é a última chance de se colocarem pingos faltantes em "i"s perdidos. Embora, como disse um Amigo, melhor não deixar pra última hora, mesmo quando se sabe quando ela será, e principalmente quando não se sabe. Ó Deus... o armário tá quase abrindo.
Anyway, seria uma experiência interessante aproveitar a ausência pra não dormir sozinho.
