quinta-feira, julho 21, 2005
Casarei
casei... casamos.
porque foi simples que as coisas aconteceram. porque não precisou de cinqüenta e nove mil quatrocentas e duas elucubrações e mais trezentos e vinte e seis questionamentos...
porque nos olhamos e gostamos do que olhamos.
e porque nos aproximamos e gostamos de ficar aproximados...
mas, principalmente, porque sustentamos o nosso desejo.
casei... casamos.
num dia onde o sol se pôs de mansinho e fez o horinzonte de todas as cores. e deu as tonalidades certas àquele momento que sei: estava ali desde sempre. porque foi na hora da despedida do sol e da chegada da noite - bem lá no alto e bem perto da água. porque tinha vento. e depois do sim - o nosso sim gritado, choveu como sempre chove quando a gente se sente intenso. e as flores perfumavam o ar e envolviam os corações. os véus dançavam com o vento e faziam carinho nas faces. e os olhos - marejados - avisavam que a chuva tinha aceito o convite.
porque recebemos a proteção de todos os santos e de todos os orixás.
porque sorriam e dançavam as pessoas.
mas, principalmente, porque sorrimos e dançamos nós.
casei... casamos.
e hoje dizem que virei senhora. e a gente ri baixinho, escondido debaixo do edredon: mal sabem eles que somos duas crianças!
duas crianças ansiosas à beira do altar.
mas, principalmente, seguras dos seus desejos.
casei... casamos.
e foi assim: simples. porque não esperamos o tempo do amanhã pra realizar os nossos sonhos.
hoje senhora Ana sabe, mais do que nunca, que desejos estão aí para serem sustentados.
mas, principalmente, realizados.
...
sobre nós dois?
olhar pra trás. rir de bobagens feitas. de acertos errados. de erros acertados. de brincar com as expectativas. de ter expectativas. e dançar ao som de qualquer música. desde que seja junto...
Da Ana. Um dia, meu. Pequeno grande sonho. Um dia, plano.
porque foi simples que as coisas aconteceram. porque não precisou de cinqüenta e nove mil quatrocentas e duas elucubrações e mais trezentos e vinte e seis questionamentos...
porque nos olhamos e gostamos do que olhamos.
e porque nos aproximamos e gostamos de ficar aproximados...
mas, principalmente, porque sustentamos o nosso desejo.
casei... casamos.
num dia onde o sol se pôs de mansinho e fez o horinzonte de todas as cores. e deu as tonalidades certas àquele momento que sei: estava ali desde sempre. porque foi na hora da despedida do sol e da chegada da noite - bem lá no alto e bem perto da água. porque tinha vento. e depois do sim - o nosso sim gritado, choveu como sempre chove quando a gente se sente intenso. e as flores perfumavam o ar e envolviam os corações. os véus dançavam com o vento e faziam carinho nas faces. e os olhos - marejados - avisavam que a chuva tinha aceito o convite.
porque recebemos a proteção de todos os santos e de todos os orixás.
porque sorriam e dançavam as pessoas.
mas, principalmente, porque sorrimos e dançamos nós.
casei... casamos.
e hoje dizem que virei senhora. e a gente ri baixinho, escondido debaixo do edredon: mal sabem eles que somos duas crianças!
duas crianças ansiosas à beira do altar.
mas, principalmente, seguras dos seus desejos.
casei... casamos.
e foi assim: simples. porque não esperamos o tempo do amanhã pra realizar os nossos sonhos.
hoje senhora Ana sabe, mais do que nunca, que desejos estão aí para serem sustentados.
mas, principalmente, realizados.
...
sobre nós dois?
olhar pra trás. rir de bobagens feitas. de acertos errados. de erros acertados. de brincar com as expectativas. de ter expectativas. e dançar ao som de qualquer música. desde que seja junto...
Da Ana. Um dia, meu. Pequeno grande sonho. Um dia, plano.
