sexta-feira, outubro 21, 2005
Eu só quero um amor
Eu ia falar sobre como é chato quando ele briga com a família e pergunta "quando vamos casar?" e eu não tenho uma boa resposta. Porque falta a tal da grana. Daí veio o Carlos e pleft na minha cara. Da melhor e mais pertinente e carinhosa maneira possível, apenas digo que ele me fez refletir. Se eu quiser mesmo comprar um terrenozinho ou casinha, terei que aprender a cortar ainda mais as despesas. Os supérfluos. E terei que me decidir: se é pra casar, tem que agir. E ele terá que tentar se mexer também, não dá pra ficar só nas minhas costas. Claro que é mais difícil e na capital é praticamente impossível. Mas quem sabe o amigo Serginho, do interior, realmente não tem a solução quando diz que na cidade dele o Bichinho poderia "ficar rico" com informática? Ele vem nesta próxima semana e eles vão conversar. Disse que o Mau poderia ir pra lá durante a semana e voltar nos fins-de. E que tem um cara que vai instalar wi-fi na cidade e não tem ninguém pra instalar as placas nas residências. Será?
Será que eu quero casar? Será que tenho coragem? Bom, a convivência com ele é muito boa, mas... casar? Hmmm... acho que quero, sim. Contudo, no meu caso, casar significa sustentar integralmente duas casas. Já é o que eu faço, mas pelo menos na minha é a Mamãe que banca os alimentos. Já o Bichinho, sozinho, come pouco. E comprar um terrenozinho e ir construindo aos poucos? Parece demoraaaaado (porque pagando as prestações do que seja - consórcio, carta de crédito, financiamento - não sei se sobra pra material de construção, pedreiros)... mas era o meu desejo. Seria o ideal. Precisamos conversar seriamente sobre isso e partir para a ação. Alguma ação.
Enquanto isso, talvez eu tenha que tirar o doce da boca da criança. Ou não. Depende da planilha.
Será que eu quero casar? Será que tenho coragem? Bom, a convivência com ele é muito boa, mas... casar? Hmmm... acho que quero, sim. Contudo, no meu caso, casar significa sustentar integralmente duas casas. Já é o que eu faço, mas pelo menos na minha é a Mamãe que banca os alimentos. Já o Bichinho, sozinho, come pouco. E comprar um terrenozinho e ir construindo aos poucos? Parece demoraaaaado (porque pagando as prestações do que seja - consórcio, carta de crédito, financiamento - não sei se sobra pra material de construção, pedreiros)... mas era o meu desejo. Seria o ideal. Precisamos conversar seriamente sobre isso e partir para a ação. Alguma ação.
Enquanto isso, talvez eu tenha que tirar o doce da boca da criança. Ou não. Depende da planilha.
